terça-feira, 10 de julho de 2012

"Desmoronamento do calçadão de Ponta Negra: marés grandes e gestões pequenas", declara Mineiro





Charge: Ivan Cabral

 / PROPOSTAS /  CANDIDATO A PREFEITO DE NATAL, MINEIRO DIZ O QUE FARIA PARA RESOLVER O PROBLEMA DO CALÇADÃO DE PONTA NEGRA 




A situação da orla de Ponta Negra virou debate entre os candidatos a prefeito de Natal. Prejudicada pela força da maré, a praia que já foi ímã de atração turística e polo de lazer da população da cidade entrou na agenda eleitoral e os prefeitáveis prometem resolver o problema de forma definitiva. Entre as soluções apontadas estão a requalificação da orla, projetos de 80 milhões de dólares e fiscalização das 
obras.


FERNANDO MINEIRO (PT)
Requalificação da orla - Fernando Mineiro considera a atual situação de Ponta Negra um descaso e conta que em seu programa de governo, composto por 13 pontos, está a requalii cação da orla. Segundo ele, a estreita faixa de praia é pequena se comparada a outras capitais. 


Para o candidato do PT é necessário articular estudos geotécnicos para recompor a largura da faixa de praia e pensar um projeto urbanístico e paisagístico para aquela área. “São projetos caros, mas é preciso serem iniciados; é preciso instalar a primeira pedra”, ai rma Mineiro para quem o impacto negativo causado para o problema para a cidade é incalculável. E a articulação para uma solução também deve incluir outros níveis de governo. 


“Pela gravidade não se deve esperar por iniciativas do próximo prefeito. É preciso uma ação imediata e eu estou à disposição para contribuir com as discussões”, pontua o candidato do PT. Para o calçadão 
voltar a fazer parte da paisagem de Ponta Negra é fundamental a realização de obras estruturantes, condição primária para resolver o problema de forma definitiva. 


Para tirar a ideia do papel e resolver o problema, o candidato fala em recorrer à verba federal e, via Prodetur, à agências financiadoras como BNDES e Banco Mundial. Ele defende para o local um sistema de diques, semelhante ao que já existe nas praias da Redinha e em Areia Preta.


Para o petista, no entanto, há que se pensar por partes. “É preciso fazer estudos técnicos profundos e trabalhar por partes. É a médio prazo. O que não pode é a falta de dinheiro ser motivo de imobilismo”, afirmou.


(Fonte: Novo Jornal)

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